IBGE _ Brasil em números.
População quadruplicou em 60 anos.

Número de analfabetos é o mesmo.

RIO - A população brasileira cresceu quatro vezes em 60 anos e, embora a taxa de analfabetismo tenha sido reduzida a um quinto do que era, o número absoluto de analfabetos, curiosamente, se manteve. É o que revela o estudo “Tendências Demográficas: uma análise da população com base nos resultados dos Censos Demográficos de 1940 e 2000”, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira. O estudo mostrou também o crescimento da expectativa de vida do brasileiro e o aumento do percentual de casados no país, que está menos católico e mais miscigenado.

Em números absolutos, o país tinha, em 1940, a mesma quantidade de analfabetos que no ano 2000: 16,4 milhões. Já a taxa de analfabetismo de pessoas de 10 anos ou mais de idade passou de 56,8% para 12,1%, em 60 anos, no período analisado.

Em 1940, menos de um terço das pessoas entre 7 e 14 anos freqüentava a escola, enquanto que, em 2000, a taxa de escolarização passou para quase 95% das crianças nessa faixa. Os maiores crescimentos foram observados nas regiões Nordeste, que passou de 18,8% (1940) para 92,9% (2000), e Centro-Oeste, que passou de 20,5% para 95,5%. O baixo nível de escolarização da década de 40 era revelado por taxas que oscilavam entre 9,7%, para o Tocantins, e 54,3%, para o Rio de Janeiro. Em 2000, o Rio Grande do Sul atingiu 97,3% de pessoas de 7 a 14 anos de idade freqüentando escola e o Amazonas detinha a menor taxa de escolarização (83,2%).

Os dados do IBGE mostram que o número de crianças e adolescentes que trabalham caiu nos últimos 60 anos de 33,7% para 10,8%. Já o número percentual de idosos que continuam no trabalho caiu de 5,8% para 4,6%. A quantidade de idosos no país dobrou.
População passou de 41,2 milhões para 169,8 milhões em 60 anos

A população do Brasil passou de 41,2 milhões para 169,8 milhões de habitantes em 60 anos. Na década de 40, os cinco estados mais populosos do Brasil eram São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Em 2000, a Bahia trocou de posição com o Rio de Janeiro. Em 1940, o município do Rio de Janeiro destacava-se como o de maior população, seguido dos municípios de São Paulo, Recife, Salvador e Porto Alegre. Em 2000, São Paulo era o mais populoso, concentrando 6,1% do efetivo populacional do país.

Ainda de acordo com a pesquisa, a densidade demográfica do Brasil saltou de 4,8 hab/km² para 19,9 hab/km². O Centro-Oeste foi a região que apresentou maior crescimento : duas vezes e meia maior que o nacional (de 0,7 para 7,2 hab/km²), seguido pela região Norte (de 0,4 para 3,4 hab/km²), cujo aumento da densidade foi o dobro do nível nacional.
Expectativa de vida aumenta 30 anos em seis décadas

Em 60 anos, os brasileiros passaram a ter uma expectativa de vida quase 30 anos maior. Segundo a pesquisa, a expectativa de vida da população era de 42,7 anos em 1940, atingindo o patamar de 70,4 anos em 2000. Nesse período houve envelhecimento da população brasileira, que na faixa de 15 a 19 anos aumentou de 53 para 61,8%.
Índice de urbanização salta de 31,3% para 81,2%

Nos últimos 60 anos, a taxa de urbanização do Brasil saltou de 31,3% para 81,2%, segundo a pesquisa. O estudo mostra que 28,2 milhões de habitantes viviam no campo em 1940, o que correspondia a dois terços dos brasileiros, enquanto nas cidades viviam apenas 12,8 milhões. No ano 2000 o número de pessoas na região urbana saltou para 137,9 milhões, do total de 169,8 milhões de habitantes.

O Amapá, que em 1940 era o estado com a menor população urbana, apenas 7,1%, em 2000 atingiu 89% de urbanização.
Número de evangélicos aumentou em todas as regiões do Brasil

O estudo mostrou também uma expressiva redução de católicos apostólicos romanos, de 95% para 73,6%, da população no período 1940/2000. Enquanto isso, os evangélicos cresceram de 2,6% para 15,4%. O estudo demonstra que em 1940, o Nordeste concentrava 98,9% dos católicos do Brasil e no Censo de 2000, a região manteve-se com a maior proporção de católicos (79,9%). Em relação aos evangélicos, o Sul apresentava o maior percentual regional (8,9%), enquanto em 2000 esta liderança foi ocupada pela região Norte (19,8%).
Miscigenação reduziu percentual de brancos e pretos

De acordo com a pesquisa, a miscigenação reduziu o percentual de brancos e pretos, segundo classificação do IBGE, em 60 anos. As pessoas que se auto-declararam como brancas, em 1940, representavam 63,4% da população e, de acordo com o Censo 2000, houve redução para 53,7%. Também decresceu a proporção de pretos (14,6% para 6,2%). Houve grande ganho populacional para as pessoas que se auto-declararam pardas, de 21,2% para 38,5%, influenciado pelo processo de miscigenação racial.

Para o Nordeste, foi observada, em 1940, a maior proporção de pretos do país (19,6%). Essa tendência manteve-se também em 2000, entretanto, a proporção caiu para o patamar dos 7,7%. Com a proporção mais significativa de brancos, destacou-se, em 1940, a região Sul, com 89,4%, apresentando também a menor proporção de pretos (6,0%) e pardos (4,3%) do país. Em 2000, a região Sul, manteve a proporção bem elevada de brancos (83,6%). Santa Catarina (94,4%) e Rio Grande do Sul (88,7%) lideravam, no Censo 1940, o percentual de brancos, em razão da imigração, especialmente de alemães, italianos e eslavos. O Censo de 1940 não incluiu os indígenas, que foram contados no Censo 2000: 734 mil em todo território nacional, ou 0,4% dos brasileiros.
Percentual de solteiros cai um terço

Ainda de acordo com o estudo do IBGE, mais da metade das pessoas (51,6%) com 10 anos ou mais eram solteiras, enquanto em 2000 o percentual caiu para aproximadamente um terço (38,5%) da população nesta faixa. No sentido contrário, os casados cresceram de 42,2% para 49,5% da população nesta faixa de idade, e os desquitados e divorciados de 0,2% para 4,1%. O percentual de viúvos caiu de 5,9% para 4,1% neste período.

Uma característica revelada pelo Censo de 2000 foi o aumento das uniões consensuais, fato não investigado em 1940. A maior proporção de casados, em 1940, estava no Sudeste (44,6%), enquanto 60 anos mais tarde, o Sul tinha a maior proporção (54,6%).
Maior percentual de imigração ocorreu na década de 50

Segundo o estudo, a distribuição da população do país segundo a nacionalidade, em 1940, revelou que 96,6% eram brasileiros natos, sendo o percentual de estrangeiros de 3,1%. Em 2000, 99,6% eram brasileiros natos.

A pesquisa também mostrou que houve um aumento do número de pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupada em alguma atividade econômica. Em 1940, eram 28,9 milhões de pessoas e, em 2000, 65,6 milhões. A agricultura, pecuária e silvicultura em 1940, que representava 32,6% da população ocupada, declinou para praticamente a metade, 17,9% em 2000 e na proporção por sexo as mulheres dobraram a sua participação.
Sobre as formas de vermos as situações.
Em 1974 eu abandonei a escola de engenharia onde cursava o curso de Engenharia Civil, a época era brava o DOI-CODI estava perseguindo universitários e o Rio de Janeiro não me parecia seguro para estudantes universitários com idéias revolucionarias ( idéias estas baseadas em ideais para tornar o mundo um lugar mais justo e melhor para se viver) , hoje o Rio de Janeiro não o e para ninguém mais. Voltando a Sertãozinho decidi que deveria procurar uma Universidade para ver se minha nova escolha seria realmente a mais adequada a meus planos de futuro, e fui parar na Unaerp na época a única faculdade em Ribeirão Preto que oferecia cursos de comunicação e eu tinha decidido que iria cursar o curso de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda. Na faculdade tive meus primeiros contatos com a relação: produto, necessidade, empresa e também foi onde me contaram as primeiras estórias sobre comercialização e técnicas mercadológicas e e uma dessas estórias que passarei a relatar a seguir:

“Na região de RP tem uma cidade muito famosa, internacionalmente conhecida pela seu
sustentáculo econômico, o sapato. Franca (que já foi do Imperador) possui uma das maiores produções de sapatos do mundo. Na década de 80 muito se trabalhava para expandir as exportações e os fabricantes de sapatos de Franca não eram exceção, e em suas conjecturas os diretores da associação Francana dos fabricantes de sapato tiveram uma idéia que logo puseram em pratica. Enviar os melhores vendedores, das maiores fabricas de sapato de Franca a outros paises para estudar o mercado local com vistas à ampliação do mercado de compra de sapatos.
Escolhidos dois senhores, com base em sua experiência e quantidade de sapatos que vendiam no mercado nacional, estes foram enviados para aquele que seria o primeiro mercado a ser estudado – a África. Saíram os dois, de São Paulo com destino a Angola (lá também se fala português e a língua não seria um fator de complicação a mais) ao mesmo tempo no mesmo avião. Após algumas horas desembarcaram no aeroporto e ao saírem do avião com destino ao saguão onde iriam receber a bagagem, começaram a observar um fato que chamou a atenção de ambos, a maioria das pessoas não usava sapato e estava descalça, após alguns minutos de uma talvez ate mesmo incredulidade, os vendedores saíram em disparada gritando e procurando por um telefone publico que pudessem usar, deixando o aeroporto em polvorosa. Ao se depararem com os telefones cada um deles entrou na cabine e fez uma ligação, cada qual a sua fabrica. Aqui a transcrição do telefonema do primeiro vendedor:
- Alo, ... e da fabrica x ?
- Sim,
- Vocês estão todos loucos, estou retornando imediatamente não ficarei aqui nem mais um minuto, perdendo meu tempo.
- Sim, mas porque ?
- Ora como vocês esperam que eu venda sapatos em um lugar onde ninguém usa sapatos...
- Como ?
- Sim, e isso mesmo que você ouviu aqui ninguém usa sapatos estão todos descalços.
- Verdade? Então volte imediatamente porque teremos que procurar outra solução.
- Claro, já estou voltando.
Na cabine ao lado outra ligação também estava em andamento, a do segundo vendedor e esta e a transcrição do telefonema:
- Alo????. E da fabrica...... por favor rápido..........
- Calma, calma, devagar não se afobe. Você esta muito desesperado.
- Claro que estou, preciso que vocês me enviem uma fabrica inteira agora
- Como ? uma fabrica inteira?
- Sim, e pra já não podemos perder um minuto
- Ótimo mas me explique porque
- Vocês não vão acreditar mas esse e o maior mercado de sapatos do mundo, ta todo mundo aqui precisando de um sapato, ta todo mundo descalço.
- Nossa mãe, já iniciarei o processo para atender o pedido.

Aqui temos uma mesma situação com dois pontos de vista, que poderiamos classificar como otimista e pessimista? Não. Mas como percepção e oportunidade.
Tudo na vida e assim, tem sempre mais de uma face mais de uma forma de abordagem, mais de uma opinião, a questão e: onde nos encaixamos?
HDDLAB present a new writer

HDDLAB is a laboratory that has some of the best hard disk specialist arround world as a colaborator, and one of this guys is Mr.Samuil St. Karakashev, that has a great experience in hard disk physical problems, Samo (we call him using his nick name) also has a master degree in ThermoNuclear Energy, he lives in Bulgaria, Sofia,and he has experience in HP Desktop Sytems as well HP Servers with RAID systems. We ask him to colaborate here with some artilces and also sometimes with some of his experiences and after 3 months Samo agree in help us and give others the oportunity to learn what he already learned about hard disk. He is a very simple guy almost a boy we can say he has 29 years old and a big knowledge that he will share with us. Mr Samuil words:

"I start to work with a hard drives in 2001 and in the beginig was just a hobby, and I start doing some researchs with uitlitiees like Zerofill and other free distibuted programs to see what they cold possible do with damages disks. Then the curiosity start to grow in a big progression and the "joke" becomes more and more serius. Fisrt I start to learn how to repair and then how to do data recovery, and this job gave me big advantage, since the repairs make us understand many of the physicals problems, and especialy how "hard disk work". I also have experience in move data from bad sectors to good ones and this knowledge I gott studying programs like Hdd Regenerator and Spinrite. As I'm hungry of knowledge an hard disk has many dark sides I decide to move myself to a more specialized hardware systems that is used to help us to do hard disk physical repais and one of this systems are the Aclelab's PC3000 hardware and software system. With a time drives get more complicated for repair and for recovery. And this make me start to study and get practices in things that is caled factory scan, System Engineering Area, and also Selfscans program  all this things are part of a hard disk. So we can say that modern hard disk are a very complex system, including hardware, eletronics and software parts.

Now after 6 years I'm able to repair hard disk using not only the convencional way with a programs that are free destributed and add defects only to g-list but I can do full repairs making a hard disk good enough for reuse and in this job I repair theyer SMART, Reset, P-list, ECC problemas in SA area, and many others defects that are secrets to most of professionals  that are at data recovery business".
Samo will colaborate with articles in english and also in russian as this is his second language.
Samo's adresses:

Email samo@mail.bg

ICQ:630 671 03

MSN: karakashev@hotmail.com

And his office phone: +359 888 981 448  Bulgaria, Sofia.

HDDLAB - USB Flash memory drives.

New service, during the last 5 years one of the storage procdut that has the biggest grow in the market is the USB Flash memory drives, his size, portability and simplicity contribut to becomes a great companion to all kind of Computer´s user. We see that in first moment users was using it instead of the diskettes, once diskettes they are very slow and also we can not trust them, but in second moment they also has a lot of others uses as a backup system, and people also are using them to listem music, to see presentation and now even to see big artist performance shows and a intire big screen movie, even the most of the computer´s lover, in early 80´s could not dream that this could happen. But they are here and we as a specilialized data storage hardware repair have a good notice, do not become scared if something wrong happen to your USB Flash memory drives, just send it to us or give us a call and we will be proud in help you. As all of our others Storage  systems repair services we also are specilized in physical problems of USB Flash memory drives. HDDLAB is the first Latim America  laboratory to have all tools that is necessary to repair USB Flash memory drives and we are pround to say that our mark in recover this kind of Storage system are high as 80% when physical problem are the cause of data lost. During five years part of our staf give all theyer time and efforts in study the USB Flash memory drives hardware parts, testing them, duplicating "in vitro" the problems that could happen with the use, getting them as hot as possible in use, stressing them, trying many acident that can happens becasue of a bad use and so. All the study and the experience becomes the background  that we had use to learn how to fix this kind of sotorage and now we are offering  this learnning to all companies and users in case of an acident with any USB Flash memory drives.

In case of you are in a data lost situation with a USB Flash memory drives do not hesit and give us a call or send us an email , tell us what is your case and we will be happy in help you. We want to be your isurance policy.

HDDLAB e o serviço de recuperação de dados.
As falhas em hard disk podem ser divididas em dois grupos - as previsíveis e as imprevisíveis.
As imprevisíveis acontecem rapidamente sem dar nenhum sinal ou aviso, essas falhas podem ser causadas por eletricidade estática, problemas térmicos nas soldas, falha no motor, estes problemas não são previsíveis e nada pode ser feito para evita-los. Em pesquisa realizada recentemente descobriu-se que estes problemas são responsáveis por 60% das falhas em hard disk, o restante são resultados da degradação natural dos materiais do disco.
Áreas vitais de um hard disk:

* Cabeças (head): defeito na cabeça, cabeça quebrada, contaminação da dabeça, rensonancia da cabeça, defeito na conecção do modulo eletronico, defeito manual.
* Motor: falha no motor, desgaste dos rolamentos, motor travado, super aquecimento dos rolamentos
* Modulo Eletronico: falha no circuito / chip, má conecção do hard disk ou da porta.
* Midia (platter): riscos, defeito por mudanças do material, erro na leitura do servo, erro na correção de ECC.

Os chamados defeitos previsíveis em um hard disk são os que podem ser mensurados através de estatística e estes problemas foram primeiramente pesquisados pela IBM que já em 1992 apresentou uma tecnologia chamada "Predictive Failure Analysis" ou simplesmente PFA. Essa tecnologia desenvolvida pela IBM foi baseada em estudos estatísticos onde alguns atributos do hard disk eram medidos periodicamente, como por exemplo podemos citar a temperatura do hard disk, um aquecimento muito rápido e continuo do disco envia uma mensagem de aviso que o disco esta super aquecendo. A aceitação do público e da industria por essa tecnologia levou ao seu desenvolvimento e a PFA se transformou na SMART (Self-Monitoring, Analysis and Reporting Technology) que se tornou um standard na industria de discos como um indicador para prevenção de problemas em hard disk IDE/ATA e também em hard disk SCSI. Nos dias atuais essa tecnologia também esta incorporada aos hard disk SATA.

A recuperação de dados em hard disk se divide em dois grupos, a recuperação de dados classificada como lógica e a recuperação de dados classificada como física.

Recuperação lógica
È o processo de recuperação de dados que envolve arquivos e ou diretórios apagados, hard disk re-particionados, partições apagadas acidentalmente, hard disk formatado por engano. O serviço toma como base que o acidente envolve unicamente a área do Sistema Operacional.

A corrupção lógica em hard disk acontece por razões como:

* Shutdown acidental
* Ataque de um Vírus
* Re-partitcionamento acidental do disco lógico

Recuperação Física
O processo de recuperação de dados que envolvem um hard disk que esta sem condições de funcionamento por um problema elétrico, eletrônico ou mecânico nestes casos o disco não incializa em alguns casos não esta ligando e em outros a BIOS não os reconhece, situações prováveis:
* Hard disk crash
* Placa lógica queimada
* Cabeça e leitura/gravação quebrada
* Dano por super aquecimento
* Queda ou choque
* Dano por contato com água ou fogo
* Motor travado ou queimado
* Mídia com problemas
Tendências das falhas em grandes quantidades de hard disk.

O trabalho que iremos apresentar é obra dos engenheiros, Eduardo Pinheiro, Wolf-Dietrich Weber, e Luiz André Barroso, funcionários da Google Inc.

É estimado que 90% de toda a informação produzida no mundo atualmente são armazenadas em mídia magnética e na sua grande maioria em hard disk.

A despeito da importância dos hard disk há uma enorme escassez de trabalhos publicados que falam a respeito das tendências de falhas dos hard disk bem como dos fatores que afetam sua longevidade. Os maiores parte dos dados existentes são baseados em extrapolações de experimentos em modestos estudos.

Deve-se levar em conta que estudos em grandes números de hard disk são muito difíceis de serem realizados por que são raras as infraestruturas que permitem a coleta de dados dos componentes de um hard disk em funcionamento, para analise de falhas futuras este tipo de pesquisa é fundamental.

Os dados que iremos apresentar são resultados do trabalho de monitoramento de 100.000 hard disks PATA e SATA em um período de 5 anos, os hard disk estudados foram discos que trabalhavam e centros de serviços para internet, estes discos trabalham sem interrupções. Conjuntamente com a observação das estáticas de falhas foram analisadas as correlações de falhas com idade de uso dos hard disk e também os altos níveis de utilização a que estes hard disk são submetidos.

Após cincos anos de monitoramento e estudos estatísticos em centros de trabalho da Google, os pesquisadores não puderam estabelecer um padrão consistente entre as falhas e as altas temperaturas (a alta temperatura que aqui esta considerada é de 100 graus Fahrenheit, isso traduzido para graus Celsius que é a medida que usamos para medir temperatura no Brasil são 38 graus), nem uma correlação com os altos níveis de utilização. Temperatura eles escrevem é um dos fatores que é considerado dos mais importantes para determinar a durabilidade dos hard disk.

Ainda segundo os pesquisadores, foram identificados muitos parâmetros do SMART (Self Monitoring Analyses Report Test) que possuem alta correlação com falhas, mas a despeito dessa correlação eles concluíram que os modelos baseados somente em  monitoramento SMART não são eficientes o suficiente para prevenção das falhas dos hard disk.

Surpreendentemente, eles concluíram que a temperatura e altos níveis de uso dos hard disk tem menos correlação com as falhas do que já foi anteriormente reportado.  

Não podemos nos esquecer que os discos estudados estavam em centros de trabalhos de alto nível de qualidade e uma vez em funcionamento estes hard disks nunca são desligados e portanto suas condições de uso estão bem próxima das condições considerada ideal para um Maximo aproveitamento dos hard disk em funcionamento e durabilidade.

Os resultados mais interessantes desse estudo vieram de cinco áreas distintas:

A validade dos hard disk dada pelo fabricante através da especificação MTBF.

O dados do SMART

A relação entre o estresse a que o drive é submetido pelo trabalho e sua durabilidade

A relação da idade do disco com a falha

A relação das falhas dos discos e a temperatura.

A nos brasileiros caberá o bom senso de ao lermos esse trabalho transferirmos a experiência para nosso ambiente de trabalho bem como as condições a que nossos discos são submetidos. Para exemplificar quando se fala de temperatura o número apontado na pesquisa como do hard disk em funcionamento é igual ao da temperatura ambiente no Brasil, por isso sempre se fala que as condições de ambiente são variáveis preponderantes para analise de funcionamento dos hard disk.

Falhas de hard disk no mundo real.

O que um MTBF de 1.000.000 de horas significa para você usuário de micro computador?
Essa e a pergunta que da início a  apresentação do trabalho da doutora Bianca Schroeder, Phd em Ciência da Computação pela Universidade Carnegie Mellon, e do doutor Garth Gibson Phd em Ciência da Computação pela Universidade de Berkeley, que foi desenvolvido na Universidade "Carnegie Mellon". Uma pesquisa avaliando a porcentagem de falhas em hard disk comparada a declarada pelos fabricantes, o trabalho é extremamente valioso porque tem números estatístico para nos dar a certeza de sua validade, foram usados nesse trabalho 100.000 hard disk de diferentes fabricantes e de vários tamanhos, o trabalho foi realizado em 8 meses, de dezembro de 2005 a agosto de 2006 e foi apresentado na "Conference on File and Storage Technologies" realizada em fevereiro de 2007 na cidade de  San Jose, Califórnia.

As falhas dos componentes dos computadores em empresas estão se tornando mais e mais preocupantes, o estudo do MTBF analisou as falhas e as trocas de hard disk que estavam trabalhando em empresas onde são submetidos a trabalhos ininterruptos, como por exemplo sites de serviços na Internet, foram analisados 100.000 hard drivers e alguns com cinco anos de vida, nesse universo tinha hard disk SATA, SCSI e FC (Fiber Channel), os folhetos com as especificações técnicas destes discos especificam um MTBF de 1.000.000 a 1.500.000 de horas, e isso sugere uma falha nominal de mais ou menos 0,88%. Na pesquisa o que se verificou foi que o numero de reposições de discos é tipicamente maior do que 1%, sendo de 2 a 4% muito comum e em alguns sistemas esse número chega a 13%.

O que estes números sugerem é que as reposições de hard disk necessárias são bem maiores do que a que é prevista pelos números do MTBF nos folhetos dos fabricantes.

Ficou evidente na pesquisa que o numero de discos que são repostos não tem uma relação constante com a idade do hard disk, e mais do que significativo número de defeitos em discos novo, observou-se uma significante degradação dos discos com pouco tempo de uso, claro que o numero de reposição teve crescimento constante com a idade dos discos, e a data para durabilidade dos discos esta em cinco anos.

As substituições variaram com pouca diferença com relação aos discos SCSI, FC e SATA isso nos indicou que fatores independentes como condições de operação afetam mais os números de reposição de discos.

Este é um resumo do trabalho dos pesquisadores que tem 16 páginas estou estudando uma forma de publica-lo em português, mas é grande a dificuldade de tradução dos termos técnicos. Para melhor elucidação do trabalho irei publicar um apanhado de opiniões de especialistas em hard disk sobre esse assunto.

MTBF e hard disk

MTBF significa  Mean Time Between Failures, ou seja  período médio entre falhas, não é um predicado exclusivo dos hard disk, mas sim uma representação estatística que da aproximadamente quanto um produto ira durar até apresentar uma falha, esse número é dado pelo fabricante de uma peça em suas especificações técnicas e indica, de acordo com o procedimento de testes usado, qual foi o tempo médio de falhas daquele produto ocorrido nos laboratórios do fabricante. Este tempo normalmente é dado em horas. Algumas vezes vemos o MTBF sendo descrito erroneamente como Mean Time Before Failure que seria período antes da falha. O MTBF é muito usado pelos fabricantes para atestar a confiabilidade de um produto de sua fabricação.

Para tal o MTBF tem um calculo com base em teorias da matemática e da física e  é feito da seguinte forma. O fabricante de um determinado produto define o procedimento de teste a partir da definição do número de peças a serem testadas simultaneamente bem como o número de horas que o produto ira ser submetido a  teste. A multiplicação das variáveis do teste nos irá dar o total de horas ligado ou TPOH (Total Power-On Hours). Na seqüência temo que o total de horas que o produto esteve ligado é dividido pelo número total de peças que apresentaram defeito no período. Um exemplo do teste no nosso caso seria assim um fabricante de discos rígidos colocar 1000 discos para serem testados durante 30 dias (720 horas) e um dos discos apresentar um defeito, dai o  MTBF seria de 720.000 horas (1.000 discos x 720 horas / 1 defeito), não é tão complicado assim, mas pode-se muito bem manipular essa informação dando entendimentos que possam confundir o usuário, basta usarmos artifícios mercadológicos.

O MTBF e o fator ambiental, os números do MTBF podem se alternar radicalmente em função do ambiente ao qual ele foi realizado, como por exemplo, carga de energia com oscilação imprópria ou variações de temperatura brusca, ou mesmo temperatura e energia impróprias para um determinado teste, estes são alguns dos fatores que podem mudar o resultado de um teste para avaliação de MTBF.

Um exemplo da ação ambiental em hard disk seria a diferença de MTBF entre hard disk instalado em um Notebook e um hard disk instalado em um PC Desktop.

Definindo o tempo em MTBF, o tempo utilizado para testes para avaliação do MTBF pode ou não ser o tempo medido por horas corridas, mas sim o tempo ao qual o teste é submetido, por exemplo, um dia tem 24 horas mas o dia de trabalho de uma maquina pode ser considerado um dia de 8 horas, dai poderíamos ter uma diferença de MTBF de um componente dessa maquina que opera 8 horas por dia para uma outra com o mesmo componente mas operando 24 horas por dia,  no caso os dados para avaliação do MTB são calculados em tempo de horas que o componente foi submetido ao teste.

Todo produto tem as chamadas curvas de aprendizado, curva de produção, curva de custo, curva de eficiência e outras tantas que são dados para avaliação de desempenho, o MTBF também esta sujeito a esse fator, os produtos tendem a ter um alto grau de falha em seu período de lançamento e são estas demonstrações que colaboram para que os fabricantes corrijam os defeitos,  a partir de uma segunda etapa os defeitos tendem a diminuir gradativamente.

O MTBF não pode ser tomado como um dos únicos indicativos de confiabilidade, bem como não podemos comparar os MTBFs de fabricantes diferentes pois eles podem estar usando metodologias diferentes para a avaliação.

Acredito que a leitura desse artigo vá clarear o que vem a ser MTBF e sua relação com os hard disks.
MTBF você sabe o que isso significa?

A analise dos hard disk para avaliar sua qualidade, confiabilidade e durabilidade sempre foi um desafio para técnicos, vendedores e usuários claro que cada um por um motivo bem diferente do outro, mas a busca sempre foi na mesma direção, pudemos acompanhar esses fatos bem de perto uma vez que nosso primeiro contato com hard disk foi com o ST-225 muito populares no inicio dos anos 80, e bem raros aqui no Brasil nessa época. Os fabricantes com sua visão mercadológica já visualizavam que deveriam dar uma resposta as indagações e desconfianças do mercado e tinha na época manuais com muita informação sobre os hard disk muitas vezes técnica até demais mesmo para os mais bem informados, os textos dessa época eram ricos em informações com conteúdo que já não vemos mais, hoje temos quando muito um acesso aos chamados Datasheet que são na realidade brochuras grotescas de uma ou duas páginas com informações visivelmente comerciais. Foi por volta do final da década de 80 que percebi que havia um termo comum nos manuais e textos técnicos sobre hard disk um tal MTBF, sua descrição nos dava a impressão de que finalmente poderíamos ter um grande aliado para determinarmos a qualidade, confiabilidade e durabilidade dos hard disk. Ah ledo engano, o número era muito semelhante entre os fabricantes e ao fazer umas contas me deparei com um fato impressionante o de que um hard disk deveria durar aproximadamente 40 anos, é isso mesmo que você esta lendo e para poder lhe explicar como cheguei a esse número vamos ao significado do termo. MTBF significa - Mean time between failures - traduzindo seria o intervalo de tempo entre a fabricação de um disco e sua possível "morte" ou mesmo seu primeiro defeito físico, impressionado? Imagine então nos os usuários da época, bem onde achávamos o MTBF? nos manuais e textos técnicos e em alguns materiais chamados "reviews" que eram na época os press releases que eram enviados para revistas especializadas e jornais. Curiosamente me interessei pelo termo já que números e estatística sempre me fascinaram e os MTBF dos chamados discos MFM (ST-225) estavam em torno de 300.000 horas, fiz umas contas e me deparei com o impressionante número de 34 anos. Um dia tem 24 horas, um mês 720, um ano 8640, ficou facil não? O MTBF declarado dividido pelas horas de um ano. Confesso que por muitos meses esse número me assombrou até que tive a oportunidade, em uma visita aos EUA, de conversar com um engenheiro de hardware e ele me deu uma explicação que deixou bem claro não ser de sua autoria, mas sim de um colega engenheiro de uma fabrica de hard disk que esse número o MTBF não significava que o hard disk duraria mais de 30 anos mas sim que era um dado usado pelo fabricante para analises em lotes de milhares de discos, interessante?  Já por essa época era usado artifícios mercadológicos pela busca da massificação da micro informática, eu sempre me ative a discos desde o principio mas acho que em todos os componentes dos micro computadores poderemos encontrar esse tipo de controvérsia, isso para ser "polido" como os americanos gostam de dizer.

Essa matéria é simplesmente uma pequena introdução para as duas que virão a seguir, simplesmente para posicionar os curiosos sobre o assunto MTBF, uma vez que a HDDLAB teve o privilegio de tomar conhecimento de duas pesquisas muito importantes relacionadas a hard disk  com números impressionantes quando se trata de estatística. E que iremos publicar a seguir, lembrando a todos que a HDDLAB se coloca a disposição de todos os usuários para quaisquer esclarecimentos que estejam relacionados com armazenamento de dados e dispositivos de backup, contato pode ser telefônico ou por e-mail (hddlab@uol.com.br) e em breve muitas dúvidas poderão ser esclarecidas no website da HDDLAB (www.hddlab.com.br), onde iremos preparar uma sessão para os usuários enviarem seus casos para serem analisados e esse serviço será gratuito.

Como escolher uma boa mídia de CD/DVD para o backup do hard disk.

Vamos colocar aqui algumas considerações primeiro, começando pelo volume de informações a serem arquivadas e pela periodicidade que o backup deverá ser feito. As respostas destas questões nos darão a indicação se nosso backup deve ser em DVD ou em CD, se devemos ou não optar pela mídia RW.

Irei estabelecer alguns comentários onde não entrarei no mérito da questão acima, mas irei abordar a escolha da mídia, através de analise da qualidade da mesma e deixo a cada um dos leitores a decisão se Cd ou DVD e se será melhor o uso de um RW, mas quero colocar que mesmo optando pelo RW uma gravação definitiva deve ser sempre considerada.

Após varias pesquisas temos por dados estatísticos que uma das melhores mídias do mercado atualmente são as do fabricante Taiyo Yuden, e coloco como fabricante (claro que poderemos achar mídias com essa marca também) porque a Taiyo Yuden fabrica mídias para marcas de renome no mercado como, por exemplo, as Fuji, Maxell.Panasonic, Sony, Plextor, TDK, Verbatim, essa são as que eu tenho conhecimento.

Gostaria de lembrar a todos que os CD/DVD gravados falham por vários motivos, razões essas que não existem em caso de CD/DVD prensado,  na realidade temos cinco fatores que devem ser levados em contam em CD/DVD gravados e são: o método de gravação, a qualidade da reflexão da mídia, a qualidade do material orgânico da mídia, local de fabricação e o hábito de cada usuário no manuseio das mídias.

Explicando CD/DVD prensado e gravado, é bem comum tratarmos os CD/DVD industriais como "prensados" que é como são produzidos, e os CD/DVD que usamos para nossos trabalhos são chamados de "gravados".

Em um novo artigo irei abordar alguns dos itens que coloco aqui para elucidar o usuário, como por exemplo, o que vem a ser o substrato colocado no CD/DVD que permite a sua gravação esse material é conhecido pelo nome de DYE.

Lembre-se que o objetivo dos artigos que escrevemos é a elucidação do usuário, então vamos deixar claro que não estamos recomendando  o uso de CD, DVD, seja ele do tipo ROM ou RW, para seus backups permanentes. O que nós acreditamos é que o backup é imprescindível, mas cabe aos profissionais de IT estudarem qual o melhor dispositivo para cada situação.

Os CD/DVD por terem substrato orgânico são muito suscetíveis a ação do tempo tanto pela sua temperatura, umidade como pela sua longevidade, e não podemos nos esquecer de que a qualidade das mídias pode ditar a qualidade do backup.

Os artigos que escrevemos são produtos de nossa experiência e é claro que não podem ser encarados como lei absoluta, mas como uma fonte de informação para orientação, a HDDLAB também se coloca a disposição para fornecer informações mais técnicas, em caso de necessidade não hesite em entrar em contato conosco por telefone ou por e-mail
Backup dos dados do hard disk em CD-ROM

Grave seus backups em CDs, mas lembre-se eles terão data de validade: de dois a cinco anos.

 

Não quero causar nenhum pânico, mas sim deixar um alerta a todos os usuários que usam cds para fazer seus backups, um estudo realizado por um profissional da IBM Alemã o físico Mr. Kurt Gerecke um especialista em sistemas de armazenamento descobriu apos varias experiências que o material usado no Cd para a gravação (tecnicamente conhecido com DYE) após um período que pode variar de dois a cinco anos se deteriora e com ele os dados gravados no cd, para dados que devem ser armazenados por um período maior do que o mencionado o Mr. Gerecke que atualmente é um consultor da IBM para assuntos relacionados com armazenamento, esta recomendando o uso de tape magnético ou um disco óptico magnético (UDO), este tipo de dispositivo traz em seu manual a validade de cinqüenta anos.
Algumas providencias podem ser tomadas para aumentar a durabilidade dos cd gravados na forma de acondiona-los, lembrando-se de que o melhor local para mante-los deve ser necessariamente escuro e frio.
Sobre sua pesquisa Mr Gereck faz algumas afirmações: "Many of the cheap burnable CDs available at discount stores have a life span of around two years", "Some of the better-quality discs offer a longer life span, of a maximum of five years."  Traduzindo: os CDs mais vendidos, os mais barato tem uma vida útil de aproximadamente dois anos e os melhores um máximo de cinco anos.
Mr. Gerecke adverte também sobre o uso do hard disk como fonte de backup de dados, e aponta os motores "ball bearing" como uma das causas de sua preocupação especialmente nos hard disks mais recentes onde este material tem menor qualidade em função do uso de "bearings" mais barato. Claro que temos que levar em conta que nenhum tipo de mídia é para sempre e Mr. Gereck diz "Empresas de um modo geral precisam constantemente supervisionar seus backups, bem como estarem atentos a novas tecnologias para que possam migrar com segurança".

Um estudo do NIST (National Institute of Standards and Technology) nos mostra que as mídias ópticas de alta qualidade podem durar muito tempo, mas temos que levar em consideração que existem significantes diferenças entre os diversos fabricantes e produtos.
De qualquer forma é sempre bom lembrar que um bom backup é aquele que esta sempre em dia e funcionando então o mais aconselhável será inspeciona-lo constantemente para não sermos pego de surpresa.

Esclarecimento e consultas técnicas sobre o assunto poderão ser dirigidas a HDDLAB (www.hddlab.com.br)  por telefone ou por e-mail.
A HDDLAB disponibiliza todo o seu conhecimento tecnológico aos clientes para assegurar que tenham um atendimento com o que há de mais moderno em armazenamento de dados no momento e essa filosofia faz parte dos objetivos do laboratório desde sua abertura.

 

Protegendo um sistema contra falhas em múltiplos hard disk.

Um disco em um computador é uma fonte de preocupação constante, quatro ou cinco podem se transformar em uma grande de dor de cabeça e estresse.
Por isso sempre ressaltamos a necessidade do backup e de sua constante conferencia e atualização.

A era moderna trouxe muitas inovações com novas e poderosas tecnologias, mas com isso veio também a necessidade de uma eficiência quase que infinita e com ela a constante preocupação com os custos, e assim vivem as empresas uma feroz batalha para sobreviver aos tempos atuais. E é nesse cenário que os micro computadores se encaixaram maravilhosamente, maquinas de pequeno porte altamente eficientes com custos praticamente irrisórios e se comparados aos computadores dos anos 70 ai então vira covardia. Acompanhando toda a evolução nos pegamos num verdadeiro mar de dados, a cada dia eles se tornam maiores, mais necessários e seu acesso tem que acompanhar todo esse movimento. Para dar aos micro-computadores a eficiência que dele se exige desenvolveu-se uma solução fantástica que é conhecida como RAID (Redundant Array of Independent Disks), mas como diz o ditado popular “toda boa ação não ficará sem perdão”,  com ele também vieram alguns problemas que pouco a pouco passaram a fazer parte da rotina e onde se tinha uma fonte de possíveis problemas passamos a ter duas, quatro, cinco fontes. A perda de dados em uma empresa pode causar danos maiores do que uma mudança no cenário nacional ou mesmo internacional, e isso poderá ser ocasionado por uma simples alteração de voltagem na rede elétrica que em questão de segundos pode provocar uma verdadeira catástrofe. Os sistemas RAID são sem nenhuma sombra de dúvida o meio mais econômico e eficiente para manuseio de dados de uma empresa. Existem vários tipos de Sistema RAID que começam com a união de 2 discos e seguem configurações com números impressionantes. Nós chegamos a presenciar um RAID com 99 discos, em nossa passagem pelo México. O RAID tem como uma de suas funções a preservação da integridade dos dados, mas na sua maioria especialmente no seguimento chamado mercado médio, pode-se ver que este tipo de arquitetura de disco somente consegue compensar a falha de um único disco claro que a possibilidade de uma falha simultânea em vários discos e baixa, mas não deve ser descartada. Bem como se sabe, acontecem muito mais problemas durante o processo de reorganização do sistema quando necessário em função da substituição de um disco com defeito, e isso acontece porque esse trabalho de reorganização é realizado com um número impressionante de requisição de leitura e escrita.

Uma tecnologia ideal de armazenamento de dados deve estar apropriadamente adaptada as necessidades de proteção e preservação destes dados e foi com base nessa necessidade que se realizou a pesquisa de um algorrítimo que pudesse realizar a tarefa de proteger os sistemas de um possível acidente com vários discos simultaneamente, essa função está bem além das possibilidades de uma técnica de RAID convencional e é conhecida como RAIDn.
A HDDLAB (www.hddlab.com.br) é um laboratório que esta em constante evolução e acompanha todos os acontecimentos que favorecem a proteção dos dados em sistemas, por isso tomou conhecimento deste trabalho e esta de posse de toda a informação técnica pertinente a ele.

Todos os descritivos técnicos bem como todas as explicações que envolvam um aprofundamento maior em sistemas de armazenamento de dados poderão ser encontradas no website da HDDLAB ou se preferir entre em contato conosco, nós não nos furtaremos de lhe orientar ou mesmo de estudar seu problema sem compromisso.

Prevenir, detectar e reparar uma corrupção de arquivos em banco de dados.

Para se prevenir de um possível desastre nada é mais seguro que a manutenção do backup em dia, mas existem alguns procedimentos que podem colaborar para a prevenção de um possível desastre. Nos dias atuais tudo esta centralizado na administração de grandes massas de dados seja ela enquanto cadastro de clientes fornecedores contas a pagar, contas a receber, enfim toda a informação gerencial necessária a administração de uma empresa e uma grande ferramenta nessa área são os bancos de dados relacionais sendo que um dos mais usados é da Oracle.


Um desastre em um sistema administrativo pode ter diferentes causas, como por exemplo, um badblock no hard disk, um "bug" no sistema operacional, uma falha no sistema de arquivos, um problema ocorrido na SAN (Storage Area Network), um defeito na controladora RAID entre outros. Uma vez que o desastre não seja prevenido ou que não possa ser reparado poderá resultar em uma parada indesejável do sistema administrativo de uma empresa e dependendo até mesmo um dano difícil de ser minimizado em caso de falta de backup ou de uma falha no backup ou mesmo de um backup que não esteja atualizado. Em função de todo esse cenário a Oracle desenvolveu e disponibiliza aos seus usuários um conjunto de técnicas altamente sofisticado para a prevenção e o reparo da maioria dos casos de corrupção de dados em seu banco de dados. Essas técnicas incluem recuperação de blocos danificados, backup automático e recuperação, recover transacional, recuperação de tabelas, e outros.
O conhecimento e a implementação destas técnicas poderá, na maioria das situações de corrupção de dados, poupar tempo esforço e estresse ao lidar com uma perda de dados e um eventual acidente.

Se você usa banco de dados relacional e não conhece essas técnicas entre em contato conosco a HDDLAB pode coloca-lo a para do assunto bem como disponibilizar material técnico para que você se informe e se atualize. Se você ainda não conhece a HDDLAB entre em nosso website www.hddlab.com.br e veja nossos serviços.
No caso de sua empresa estar passando por uma situação de desastre não hesite em nos contatar para uma eventual consulta sobre o seu caso, essa consulta é gratuita. A HDDLAB possui um corpo técnico com engenheiros especializados em bancos de dados bem como dispomos de sistemas proprietários para reparo e recuperação de database danificado.

 

Como são os Hard Disk

Hard Disk

Os hard disk são conhecidos por vários nomes como, por exemplo, hard driver, hard disc, winchester e também por anacronismos como hd e hdd. Mas na sua essência eles são dispositivos de armazenamento magnético. Todos os computadores hoje possuem um hard disk e são usados para o armazenamento de grandes massas de informações seja elas profissionais ou de lazer. Umas das características deste tipo de dispositivo é que ao desligarmos o computador as informações nele contidas não se perdem como é o caso dos dados armazenados em memória do tipo RAM (random access memory). O acesso às informações gravadas em um hard disk funciona da seguinte forma: a central de processamento único (CPU) é acionada para um procedimento que requer uma informação que esta armazenada no disco e este dado é imediatamente copiado para a RAM do computador e em alguns casos dispostos na tela (monitor), essa operação permite que o computador trabalhe com grandes massas de informações a uma grande velocidade ao mesmo tempo.
Os hard disk modernos já chegam perto do terabyte (1000gb) e esse espaço é extremamente grande para ter-se uma idéia um gigabyte é um bilhão de bytes, e um byte são 8 bits. Os bits são um simples digito binário 0 ou 1 (que significam ligado ou desligado) o conjunto de 8 bits é igual a um byte e este conjunto pode ser a representação de uma letra, um número, um ponto ou um outro caractere especial. Os hard disk podem armazenar qualquer tipo de informação de gráficos a textos, de instruções em um programa a músicas e ou mesmo a filmes.
Esse material foi desenvolvido pela HDDLAB(www.hddlab.com.br) e qualquer dúvida com relação a este assunto poderá ser esclarecido por um de seus técnicos.

Para termos uma idéia melhor do que são os hard disk vamos ver suas partes básicas:

Caixa do hard disk (Hard Disk Assembly-HDA):

A caixa onde o hard disk é montado pode ser de alumínio ou de metal especialmente manufaturado para agrupar todas as suas partes. Ela é como uma câmara que agrega todos os componentes de um hard disk. Nesta caixa (câmara) encontram-se os pratos (platters), o motor que movimenta os discos (spindle motor), as cabeças (heads), o atuador (head actuator), o motor que movimenta as cabeças (voice coil) e do lado de fora esta a placa lógica (PCB) que é responsável pelo recebimento da energia bem como pela comunicação com a placa mãe do computador.
Os hard disk mais conhecidos atualmente são os usados em computadores chamados Desktop (de mesa) e estes hard disk são de 3.5 polegadas ( já foram maiores no passado e tinham 5.25 polegadas) e temos também os hard disk usados em notebook e estes são em sua maioria de 2.5 polegadas, mas já temos hard disk menores (1.8 polegadas). O tamanho do disco (platter) interno varia de acordo com o tamanho do hard disk.

Pratos (Platters):

Os pratos são discos rígidos onde a informação é gravada. A maior parte dos hard disk tem 2 pratos.A quantidade de informação que cada prato pode armazenar esta condicionada a sua área densial, temos já noticia de que uma face de um prato pode armazenar ate 350gb. Com o hard disk em operação um prato pode chegar a 15.000 rotações por minuto.
Originalmente os pratos eram fabricados de uma combinação de alumínio, mas hoje em dia já tivemos pratos de vários outros materiais como por exemplo partos de mistura de vidro com cerâmica, os pratos de vidro podem ser bem mais finos que os de alumínio e podem resistir mais ao calor.
Os pratos são cobertos por um material eletro magnético, e é esse material que da a sua coloração como também é esse material que é responsável pela faculdade do prato em poder armazenar dados.
Os dados são armazenados tracks e setores, os tracks são círculos concêntricos e os setores podem ser simbolizados como pedaços de uma pizza, cada setor armazena um numero de bytes (normalmente 512 bytes).

Cabeças de leitura e escrita (Read/Write Heads):

As cabeças de leitura e escrita são mecanismos que permitem que o hard disk grave informações e as recupere depois. As cabeças se posicionam sobre a face do prato e um prato pode ter duas cabeças uma para cada uma de suas faces. As cabeças se posicionam sobre o prato tendo contato com o mesmo quando o hard disk esta desligado, mas do o hard disk entra em funcionamento a rotação do prato faz com que a cabeça se levante e nesse momento a distancia entre a cabeça e o prato e determinada por um “colchão” de ar ( esse espaço é menor do que o diâmetro de um fio de cabelo) quando observamos esse funcionamento em laboratório tem-se a nítida impressão de que a cabeça esta flutuando sobre o ar. Um grande problema com relação a este funcionamento é o ar do meio ambiente tem normalmente pequenas partículas de “pó” e estas partículas se depositando sobre o prato do hard disk irão automaticamente causar um dano muito sério.

Atuador da cabeça (Head Actuators):

O atuador da cabeça é um dispositivo onde o braço (arm) da cabeça de leitura fica conectado, e ele é responsável pelo movimento das cabeças de leitura sobre e sob o prato ( no caso de duas cabeças em um mesmo prato) para que elas façam a leitura das tracks e dos setores. Nos primeiros hard disk os atuadores eram do tipo atuadores de motor de passo (stepper motor actuator) esse tipo de atuador atuava com posições de movimento e parada sobre as cabeças de leitura levando-as de uma posição a outra, mas esse tipo de motor era muito lento (produziam rotações de 2400 rpm a 3600 rpm).
Já os chamados discos modernos (pós 1992) o atuador da cabeça é do tipo atuador servo motor (servo motor actuators). Este atuador usa um tipo especial de sistema binário para posicionar a cabeça de leitura e escrita sobre a posição correta no prato.

Motor (spindle motors):

O motor dos hard disk é o dispositivo responsável pelo movimento dos pratos bem como sua velocidade, nos hard disk modernos a rotação dos pratos trabalham normalmente entre 5400 rpm a 7200 rpm (mas já existem discos trabalhando em 10.000 rpm e 15.000 rpm). Os motores ficam posicionados no centro dos pratos e os mais usados são os do tipo “ball bearings”, mas existem também hard disk com motores do tipo “fluid-dynamic bearings”

Placa lógica (Logic Board):

A placa lógica do hard disk (PCB) fica localizada na parte externa do hard disk, ela é um conjunto de chips que controlam todo o funcionamento do hard disk, como os motores as cabeças de leitura e escrita, os amplificadores de das cabeças, o atuador enfim todas as partes do hard disk que usam energia. E é através dela que o hard disk se comunica com o computador usando um cabo lógico, atualmente este cabo e de 80 vias, mas os primeiros eram de 40 vias.

A HDDLAB (www.hddlab.com.br) irá de tempos em tempos revisar este material bem como ira colocar em seu site explicações técnicas a respeito da relação deste material técnico com as disfunções dos hard disk.

Recover magnetic surfaces, that had damaged or that was erased (I)


This is possible ? impossible ? what could be ?
A point of view
by Jose Pinto

How is possible to recover a file or some files from a disk that is damaged ? There is only one way; first we need to fix the disk and here in this point we have the big difference between companies, we will find companies that has different skill to fix different damages, we will find professionals that have more experience in phisicals then in logicals and when we say phisicals we are not only talking about damaged heads, we are talking about all things that can in some how stop the funcionality of a hard disk. So we will have not only mechanical damages but also eletronic damages and also System Area damages. All this areas can cause a problem in disk that will stop it. There is no miracles in this work but skill and a big knowledge in disk funcionality, after this job donne – fixing the physical damage – there will be a job that most part of the Data Recovery Professionals know how to do and they will find everything that is possible to be read. There is no miracle, no magic, I do not believe.

I know that people will say that this company say this and that company say that but for real commercially in real world there is no machine to read pattern in a magnetic disk. Not like we suppose to read and hear from some companies. This kind of talk is more marketing then anyother thing. Yes the thesis can be real they can work but not for comercial market not for our daily jobs. People will say – but Action Front is using this technic , Ibas is using this other. Yes they can say but I have the right to do not believe. I have read a lot not one thing or 2 but hundreds articles for more then ten years and all them about data recover, and I have never really found something that can be comercial that can read magnetic plattes. And here I will put part of somethings that I already saw and that will help me to clarify what I’m saying. I would like to say that everybody have the right to do not agree with me and also to do not believe me I just would like to say what I think, what is my opinion.

Here part of an article from Dr. Peter Gutmann from the Department of Computer Science of the University of Auckland.

“In the 1980's some work was done on the recovery of erased data from magnetic media, but to date the main source of information is government standards covering the destruction of data. There are two main problems with these official guidelines for sanitizing media...”

“Magnetic force microscopy (MFM) is a recent technique for imaging magnetization patterns with high resolution and minimal sample preparation. The technique is derived from scanning probe microscopy (SPM) and uses a sharp magnetic tip attached to a flexible cantilever placed close to the surface to be analysed, where it interacts with the stray field emanating from the sample. An image of the field at the surface is formed by moving the tip across the surface and measuring the force (or force gradient) as a function of position. The strength of the interaction is measured by monitoring the position of the cantilever using an optical interferometer or tunnelling... “

The article was originally published in the proceedings of The Sixth USENIX Security Symposium, July 22–25, 1996, San Jose, California, USA

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